A restrita visibilidade em manobras de estacionamento é uma das principais causas de acidentes de trânsito com crianças. Segundo a ONG americana Kids and Cars, ao menos 50 crianças são atropeladas, a cada semana, nas garagens de casas e condomínios, nos Estados Unidos. Sendo que, em 70% dos casos, quem está ao volante são os parentes das vítimas: pais, avós, tios. Foram estatísticas como essas que levaram os fabricantes de carros a desenvolver dispositivos auxiliares de estacionamento. Mas a Infiniti, marca de luxo da Nissan, foi mais longe e criou um sistema que monitora toda a área em volta do carro. Além dos já conhecidos sensores de ultrassom, o sistema Around View Monitor usa quatro câmeras. A composição das imagens captadas é projetada em uma tela de cristal líquido que mostra o carro de cima como se fosse o ponto de vista de um anjo sobrevoando o veículo ou de um satélite.
O Around View Monitor é ativado automaticamente, quando a ré é engatada, ou por meio de um botão no painel. O motorista pode ligar o sistema em qualquer tipo de manobra, desde que esteja em velocidades inferiores a 15 km/h. Uma vez acionado, a tela de cristal líquido mostra duas imagens: a da esquerda é a projeção da câmera que acompanha a manobra e a da direita é a visão superior do carro. Ao mesmo tempo que as câmeras registram o ambiente, os sensores de ultrassom controlam a distância do carro em relação aos objetos que o cercam. Quando os sensores detectam algo por perto, um alerta sonoro dispara e um aviso surge na tela. Dessa forma, o sistema torna as manobras mais seguras, uma vez que ele elimina os chamados pontos cegos e ainda alerta para a proximidade em relação a anteparos.
Agora não terão mais desculpas quando atropelarem aquelas sogras chatas.
Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br/reportagens/novastecnologias/fim-pontos-cegos-449540.shtml
domingo, 2 de outubro de 2011
Uma plataforma de desenvolvimento mobile chamada Bada.
Bada é uma plataforma mobile da Samsung, focado nos smartphones, revelado em 2010 e que vem atraindo muito desenvolvedores atualmente. O bada usa a linguagem C++. O nome bada é uma palavra Coreana que significa oceano, o motivo deste nome vem das possibilidades abertas do oceano: é possível acomodar as várias aplicações criadas por desenvolvedores e oferece um espaço interessante que oferece prazer sem precedentes a seus usuários.
O propósito dessa plataforma é “Smartphone para todos”, onde o primeiramente o objetivo não é competir com outras plataformas de smartphones existentes, mas sim oferecer uma relação de custo-benefício nos aparelhos.
Mesmo o bada suportando uma ampla gama de dispositivos, ele é poderoso o suficiente para transformar a sua imaginação em aplicações poderosas. Com dispositivos de ponta como Onda II e Wave, bada utiliza totalmente o poder do hardware para a experiência de aplicação final. Mesmo com modelos de gama média ou custo-benefício, ele também oferece recursos poderosos para experiências melhor aplicação. Características tais como a abundância de controles de UI, suporte Flash, sensores de suporte a aplicativos ajudam a ser mais interativo.
Dispositivo Wave
Tendo uma visão de “smartphones para todos” o bada pretende competir com iPhone (Apple) e Android (OHA). Para conseguir atingir essa meta eles criaram um ecossistema muito parecido ao modelo de negócio da Apple (AppleStore). Neste modelo o desenvolvedor pode fazer aplicativos para usuários, podendo disponibilizar na loja da Samsung (http://www.samsungapps.com/).
A plataforma é promissora na área de desenvolvimento de aplicativos mobile, já esta disponível para ser baixada no site do desenvolvedor bada na versão SDK 2.0.2.
Referências:
Bada. “What is bada”. Disponível em http://www.bada.com/whatisbada/. Acesso em 01 de outubro de 2011,
FRARI, Douglas Daniel Del. “Programando para BADA (samsung)”. Disponível em http://profdouglas.blogspot.com/2010/08/programando-para-bada-samsung.html. Acesso em 01 de outubro de 2011.
Por Luana Menezes.
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