domingo, 25 de setembro de 2011

TCP x UDP

    Bom Noite pessoal vou falar pra vocês um pouco sobre os protocolos TCP e UDP.
    O TCP (Transmission Control Protocol) é um protocolo que fornece um serviço de entrega de pacotes confiável e orientado por conexão, ou seja, significa que todos os aplicativos baseados em TCP como protocolo de transporte, antes de iniciar a troca de dados, precisam estabelecer uma conexão. Assim, para um computador cliente iniciar uma conversa com um servidor, é necessário enviar um sinal denominado SYN para o servidor. O servidor então responde enviando um sinal SYN combinado com um sinal de nome ACK para confirmar a conexão. O cliente responde com outro sinal ACK, fazendo com que a conexão esteja estabelecida e pronta para a troca de dados. Depois da conexão estabelecida, para enviar um arquivo, por exemplo, deve se encontrar uma rota entre a origem e o destino (função do IP), depois dessa rota ser encontrada o TCP divide o arquivo em pacotes de tamanhos menores e tem que garantir que esses pacotes sejam entregues sem erros e sem alterações, e garantir a ordem de chegada deles, se o pacote 3 chegar antes do pacote 2, o TCP tem que aguardar a chegada do pacote 2 e entregá-los na ordem correta. Também pode acontecer de alguns pacotes serem perdidos durante o transporte, então o TCP tem que informar à origem o pacote não foi recebido no tempo esperado e solicitar que ele seja retransmitido.    
      O UDP (User Datagram Protocol) é um protocolo simples de camada de transporte, também fornece os serviços de broadcast e multicast, permitindo que um único cliente envie pacotes para vários outros na rede.  Ele é usado por alguns programas ao invés do TCP para o transporte rápido de dados entre hosts. Entretanto o UDP não fornece garantia de entrega e nem verificação de dados. Por essas características, pode parecer que o UDP é inútil, mas não é. Há aplicações em que é preferível entregar os dados o mais rapidamente possível, mesmo que algumas informações se percam no caminho. É o caso, por exemplo, das transmissões de vídeo pela internet (streaming), onde a perda de um pacote de dados não interromperá a transmissão. Por outro lado, se os pacotes não chegarem ou demorarem a chegar, haverá congelamentos na imagem.
     Por ser um serviço sem conexão, um cliente UDP pode criar um socket, enviar um datagrama para um servidor e imediatamente enviar outro datagrama com o mesmo socket para um servidor diferente. Da mesma forma, um servidor poderia ler datagramas vindos de diversos clientes, usando um único socket.

TCP x UDP

     O TCP garante entregar, mas não diz quando isso vai acontecer. O UDP não garante nem confirma sua entrega, mas oferece comunicação de ponto a mais de um ponto e é mais rápido. Também, não existe um serviço de garantia de largura de banda, ou seja, nenhum dos protocolos garante uma taxa de transmissão mínima a uma aplicação, e nenhum dos protocolos oferece um serviço de temporização, ou seja, entrega dos dados em até n unidades de tempo.

Referências:
Clube do Hardware. Como o Protocolo TCP/IP Funciona Parte 1. Disponível em
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1351. Acesso em 25 de Setembro de 2011.



Info Wester. Portas TCP e UDP. Disponível em
http://www.infowester.com/portastcpudp.php. Acesso em 25 de Setembro de 2011.

 Wikipédia. TCP/IP. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/TCP/IP. Acesso em 25 de Setembro de 2011.

Hardware. TCP/IP. Disponível em http://www.hardware.com.br/termos/tcp-ip Acesso em 25 de Setembro de 2011.

 Wikipédia. User Datagrama Protocol. Disponível em  
http://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_UDP Acesso em 25 de Setembro de 2011. 


Por Michelly Pessôa

Deixando uma imagem preta e branca no Photoshop

     Boa Noite galera, hoje vou postar algo diferente. Como havia dito, vou mostrar para vocês como realizar uma “tarefinha” no Photoshop pra que conheçam um pouco mais sobre esse programa.
   Bom, vou mostrar como deixar uma imagem colorida em Preto e Branco. É bem simples e fácil.

1º - Abra a imagem que você quer, vá em: Arquivo>Abrir> escolha o loca e foto desejada.

2º - Depois que a foto estiver aberta vá em Imagem>Ajustes>Matriz/Saturação.


3º - A Matiz e a Saturação vão estar com o valor “0 (zero)” Troque para os valores:  Matiz: -180 e Saturação: -100. Clique em “Ok” e pronto, sua foto ficou Preta e Branca. Depois salve a imagem. Você também pode segurar nas teclas Ctrl+Shift+U, com esse comando de teclas, sua foto também ficará Preta e Branca.


É isso galera, espero que tenham gostado. 

Por Michelly Pessôa

domingo, 18 de setembro de 2011

Ad-hoc versus Teste exploratório



Imagine que você está em casa sem nada pra fazer e resolve visitar uma cidade qualquer sem ter planejado coisa alguma. Ao chegar nela, você começa a explorá-la superficialmente. Depois de um certo tempo você já começa a se cansar e se adequar com a mesma. Ao final você acabaria descobrindo por acaso quais são os locais bacanas e os não tão bacanas assim.
Agora imagine você visitando a mesma cidade, mas dessa vez planejando cada detalhe e a explorando por partes, uma de cada vez. Você teria tempo limitado para conhecer as mesmas, assim você não se cansaria e prestaria atenção em tudo, em cada detalhe. Ao final você descobre exatamente os locais bacanas e não tão bacanas assim de cada parte, atingindo assim a cidade ao todo.
Os exemplos acima retratam bem a diferença entre um teste ad-hoc e um teste exploratório. O teste ad-hoc, também conhecido como free style, pois o testador se sente a vontade para fazer o que quiser, visa explorar o sistema sem nenhum planejamento definido, sem um resultado esperado, neste caso os bugs são descobertos por acaso. Já no teste exploratório, todo o planejamento é pré definido assim como o tempo para a realização do mesmo, neste caso, o entendimento do sistema fica muito mais evidente e os erros encontrados são bem entendidos.

Quando utilizar teste ad-hoc.
Imagine você tendo que entender um sistema de grande porte para criar e realizar os testes em um curto espaço de tempo. Nesse caso, seriam inviáveis os planejamentos e documentação. Então, nada melhor do que utilizar testes ad-hoc, a não ser que o testador não tenha experiência suficiente para isso. Não é porque o mesmo não possui planejamento que qualquer um poderá fazê-lo com eficiência. O teste ad-hoc exige muito mais experiência e criatividade do testador, porém é mais passível a insucessos.

Tecnologia 4G

Boa noite galera! Hoje vou falar um pouquinho de tecnologia 4G, esta sigla representa a quarta geração de telefonia móvel. Ainda não existe definição para ela mais vou falar um pouquinho no que está sendo divulgado sobre o assunto.
Está tecnologia vai mais além do que a telefonia móvel, já que não se pode considerar uma evolução para os padrões de telefones celulares. As novas tecnologias de redes banda larga e móvel permitem o acesso de dados em dispositivos que atuam com IP, e também em equipamentos para conversão dos mesmos como para uso em equipamentos finais como TVs e telefones.
Seus principais atrativos são a convergência de uma variedade enorme de serviços até então somente possíveis através da banda larga fixa, trazendo ainda a redução de custos e investimentos para ampliar do uso da banda larga na sociedade, proporcionando benefícios culturais, melhorando a qualidade de vida e acesso a serviços básicos, como comunicação e serviços públicos antes indisponíveis ou precários à população.
A 4G vem sendo desenvolvida para oferecer serviços baseados em banda larga móvel como exemplos o MMS, vídeos chats, móbiles TVs, conteúdo HDTV, digital vídeo alem de serviços básicos como voz e dados, sempre seguindo o conceito de uso em qualquer local e a qualquer momento. Todos os serviços oferecidos por está tecnologia deverão ser prestados tendo como propósito a melhoria do uso de troca de pacotes em ambientes IP, Deve apresentar também grande capacidade de usuários simultâneos, banda mínima de 100 Mbit/s para usuários móveis e 1 Gbit/s para estações fixas, interoperabilidade entre os diversos padrões de redes sem fio.Vamos esperar por mais novidades sobre essa tecnologia e desfrutar dos benefícios que ela promete proporcionar.

Referencias:

http://www.oitopassos.com/2011/08/23/tecnologia-4g-esta-em-teste-lancamento-nos-proximos-anos/#axzz1YMY7FZOt

http://pt.wikipedia.org/wiki/4G

Publicado por: Giselle Fonseca

Testes exploratórios

     Teste exploratório é um tipo de teste muito importante em um projeto de software, é uma poderosa e abrangente abordagem, mas infelizmente mal compreendida. Pode ser executado naturalmente por qualquer usuário, porém existe uma finalidade e um porquê para tal teste.
      
    Tipos de teste como este, requerem bastante prática e maturidade dos envolvidos no projeto, como citaram (Braga e Pretz) “O teste exploratório se baseia na intuição e depende do conhecimento, habilidade e experiência do testador.”
   
   Criatividade também é uma característica necessária para a execução de testes exploratórios, pois não segue a padronização de um teste orientado ou teste com um roteiro, não segue um passo- a- passo pré- definido em documentações, uma vez que se inicia, o testador precisa ter muita originalidade para executar testes simultaneamente no momento em que explora o produto. 

    Percebe-se geralmente que o uso de testes exploratórios é presente em projetos sem documentação bem definida, em projetos que fazem utilização de metodologias ágeis, onde não existem documentos de requisitos formais e quando não existe um conhecimento prévio sobre o aplicativo que será testado.
    Dentre as razões existentes para a realização de testes exploratórios, podemos destacar as seguintes: (CAETANO, 2006)
·         Realização de testes quando não existem requisitos;
·         Realização de testes quando existe pouco tempo disponível;
·         Realização de testes quando não se conhece o aplicativo a ser testado;
·         Realização de testes em ambientes pouco testados pelos testes convencionais;
·         Identificação dos passos para tentar reproduzir um defeito aleatório;
·         Diagnóstico de comportamentos inesperados;
·         Investigação de efeitos colaterais;
·         Investigação de defeitos semelhantes;
·         Medição de riscos;
·         Determinação de defeitos críticos rapidamente; 
 
     O resultado de uma sessão de teste exploratório é um conjunto de notas sobre o produto, falhas encontradas, e o registro de como o produto foi testado (BACH, 2009).
Referências:
BRAGA, Karen; PRETZ, Eduardo. “Conhecimento e Teste Exploratório: um modelo de captação e Execução”, <http://tconline.feevale.br/tc/files/6163_40.pdf>.
BACH, James. (2009) “General Functionality and Stability Test Procedure”. Disponível em <http://www.satisfice.com/tools/procedure.pdf.>
CAETANO, Cristiano. “Teste exploratório de A a Z”. In: linhadecodigo.com, Julho/2006. http://www.linhadecodigo.com.br/ArtigoImpressao.aspx?id=1102. 2006. 
Por Luana Menezes.


sábado, 17 de setembro de 2011

PS - Adobe Photoshop

   Boa Noite pessoal, hoje vou falar um pouco sobre um software que particularmente adoro bastante, tanto pelo fato de gostar muito de manipular e criar imagens, mas também pelo fato da grande quantidade de ferramentas que ele oferece. Esse aplicativo é o Adobe Photoshop.
   O Photoshop foi criado em 1987, por Thomas Knoll, ele estava em casa trabalhando na sua tese de doutorado, quando criou um código em seu computador que exibia imagens em tons de cinza em um monitor de bitmap preto e branco. Mas como o código não estava diretamente relacionado à sua tese de doutorado, ele não deu muita importância. Só mais tarde, quando seu irmão John Knoll se encantou pelo programa, ele percebeu seu potencial. Ambos trabalharam juntos para desenvolvê-lo e em 1990 o viram lançado pela Adobe, que havia comprado o programa.
   O Adobe Photoshop é o aplicativo de edição de imagem líder no mercado dos editores de imagem, é isso mesmo ele é o mais usado pelos usuários em seus computadores. A concorrência é grande entre os mais variados programas desse tipo, alguns com preços bem simbólicos, mas a Adobe informa que as vendas do Photoshop são responsáveis por mais de 80% do mercado de edição de imagens, e esse número só faz aumentar. Então isso torna o Adobe Photoshop 4x mais usado que todos os seus concorrentes juntos. Sua mais recente versão é chamada de Adobe Photoshop CS5 (sigla cujo significado é Creative Suite 5, correspondente à décima segunda edição desde seu lançamento).




   Com ele podemos mudar as imagens, mudar as cores das fotos, tirar manchas (por exemplo uma espinha), dar mais beleza a cor da imagem, podemos mover objetos e pessoas, mudar cor de olho, cabelo, tirar olhos vermelhos. Podemos “engordar” ou “emagrecer” uma pessoa, fazer uma maquiagem, criar logomarcas, enfim, esse programa nos dá uma infinidade de opções para realizarmos em nossas imagens. Também oferece várias ferramentas para criar uma arte do zero.
   As imagens são salvas em formatos PSD que é o formato padrão para documentos do Photoshop, assim possui muitos recursos extras como imagens por camadas. Mas também podemos salvar as imagens em vários outros formatos como JPEG, PNG, GIF, etc. só que nesses formatos não podemos mexer mais sobre as camadas. Então é muito aconselhável salvar a imagem “manipulada” em formato PSD antes de juntarmos todas as camadas, pois no formato PSD podemos continuar mexendo em todas as novas camadas que foram surgindo.
    Bem, como adoro criar imagens e não ter limites de imaginação faço uso quase que diário desse software. E para que você possa conhecer um pouco mais sobre essa maravilhosa Tecnologia que é o Photoshop, no meu próximo post vou mostrar alguma coisa que pode ser feita com o PS.
   O Photoshop não é apenas líder de mercado, ele é um aplicativo para quem preza por maior qualidade nas imagens e seu tratamento.


Referências:
http://www.tecmundo.com.br/photoshop/3942-a-magica-do-photoshop-cs5.htm
http://www.mxstudio.com.br/design/photoshop/o_que_e_o_photoshop__/

Por Michelly Pessôa

domingo, 11 de setembro de 2011

INESC

O transplante de orgãos já deixou de ser algo desconhecido e passou a ser adotado em todo o mundo. Cada vez mais é frequente o número de doadores. Mas alguns países começaram a se preocupar mais com isso. Eis que surge o INESC. O INESC ainda é um software em desenvolvimento, mas ele vem com a ideia de ajudar nos cruzamentos de transplantes de orgãos, segue abaixo uma explicação mais detalhada do que o INESC será capaz:

Embora o transplante renal seja a solução que proporciona maior qualidade de vida aos portadores de insuficiência renal crónica, nem sempre é viável, mesmo quando existem dadores disponíveis, sendo ou não familiares directos.
Portugal tem implementada a doação renal cruzada, uma alternativa que permite cruzar vários pares dador-receptor, sendo cada um constituído por pessoas incompatíveis entre si, por forma a tornar os transplantes possíveis.
Com o desenvolvimento de um novo software avançado que permite determinar o maior número de pares dador-receptor compatíveis em programas de doação renal cruzada, o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC Porto) propõe-se agora o optimizar esta alternativa.

De acordo com Ana Viana, investigadora do INESC Porto e coordenadora deste projecto – que envolve também as universidades do Minho, de Lisboa, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e a Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação -, esta tecnologia pretende maximizar o número de transplantes renais cruzados e deverá estar concluído em Dezembro de 2012.
“Este software compara alternativas de doação de rins. Vamos investigar algoritmos inovadores e vamos ter em conta aspectos que ainda não estão validados nas políticas nacionais que regulam esta questão”, revelou a coordenadora do projecto ao “Ciência Hoje”.
Desta forma,  vai ser analisado periodicamente um universo de pares dador-receptor que estão inscritos num sistema até determinar uma solução óptima, que maximize o número de transplantes possíveis, respeitando um conjunto muito alargado de factores e imposições legais.

Referência: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50147&op=all

Publicado por: Carlos Eduardo Leal