domingo, 9 de outubro de 2011

Ponte solar será contruída no Reino Unido.

Saindo um pouco da computação, vou falar um pouco hoje sobre a ponte solar que será construída no Reino Unido. A ponte será a maior do mundo e irá gerar cerca de 1 MW de energia. Não se sabe ainda com certeza o seu término, porém que o resultado será muito gratificante, ninguém tem dúvida.

Veja mais sobre na matéria abaixo:
Começa a ser construída primeira ponte solar do mundo
Ponte solar
Começou a ser construída em Londres, no Reino Unido, a maior ponte solar do mundo.
A ponte vitoriana sobre o rio Tâmisa, construída em 1886, será transformada na fundação da estação Blackfriars.
Sobre ela, a empresa japonesa Sanyo está instalando 4.400 painéis solares fotovoltaicos, criando uma usina solar capaz de gerar 1,1 MW de energia.
Os painéis estão sendo instalados na forma de um teto de 6.000 metros quadrados.
Começa a ser construída primeira ponte solar do mundo
Usina solar
Em média, os engenheiros calculam que a ponte solar deverá gerar 900.000 kWh de energia, suprindo 50% do consumo da estação e reduzindo as emissões de carbono em 511 toneladas por ano.
Outras técnicas ambientalmente corretas que estão sendo instaladas na estação incluem um sistema de coleta de água da chuva, para uso nos banheiros e na limpeza, e "tubos solares", para captar a luz do Sol e direcioná-la para a iluminação interna.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ponte-solar&id=020115111007

Tecnologias ATA, SATA, SCSI e ISA

                 ATA – Tecnologia predominante na comunicação de dados entre computadores e discos rígidos, este padrão já estava presente nos primeiros PC's. Sua transmissão de informações é feita de forma paralela, half-duplex (ou seja, um tipo de comunicação que não pode enviar e receber dados ao mesmo tempo) ,  transmite mais ou menos 16 bits por vez, porém  ele perde por sofrer uma série de interferências, causando perda de dados. Com estes problemas, a velocidade de transmissão de dados se tornou limitada, daí veio uma espécie de upgrade desta tecnologia que é usada desde então, denominada de SATA.
Características:
Taxa de transmissão máxima de 133 MB/s;
Frequência máxima de 66 MHz;
Comprimento de cabo de no máximo 46 centímetros;
Não suporta hot-plug, ou seja não insere ou remove dispositivos com o computador ligado;
Permite dois dispositivos por cabo, cabo de 40/80 pinos e o consumo de 5V.

            Interessante saber: Depois da criação da SATA, a ATA passou a ser chamada de PATA ( a letra 'p' de paralela) para diferenciar a nova tecnologia.

            SATA – Tecnologia que veio substituir a ATA, criada em 2003, realiza a transmissão de dados em série (como se os bits estivessem em fileira, um atrás do outro). A interface SATA não tem problema de transmitir um bit por vez, o que permite trabalhar com frequências maiores. Com isso o problema da interferência fica bem menor, permitindo maior velocidade no trafego de dados. A primeira versão do SATA atinge taxas de até 150 MB/s, recebendo o nome de SATA I. A segunda denominada de SATA II não aumentou sua taxa de transferência, porém foi adicionados recursos como NCQ (Native Command Queueing), técnicas que diminuem o movimento da cabeça de leitura que é utilizada também na tecnologia SCSI. A SATA 300 trabalhava com uma transmissão de 300 MB/s, o dobro da ultima versão do PATA ou ATA. Em seguida, vem a SATA 600, com taxa de transferência de 600 MB/s. Lembrando que essas taxas mencionadas são totalmente teóricas, podendo se chegar a taxas bem maiores no futuro.
Características:
Transmissão serial;
Full-duplex, ou seja, envia e recebe dados ao mesmo tempo;
Taxa de transmissão máxima de 600 MB/s;
Frenquência máxima de 6.0 GHz;
Comprimento de cabo de no máximo 8 metros;
Suporta hot-plug;
Permite 1 dispositivo por cabo;
Cabo de 7 pinos;
Consumo de 250 mV.


            SCSI –  Sigla de Small Computer System Interface, tecnologia sofisticada, de alto custo e muito eficiente. Foi criada com o intuido de acelerar o desempenho da taxa de transferência entre dispositivos de um computador. A vantagem do SCSI não é apenas velocidade, mas também compatibilidade e estabilidade, sua velocidade permiti-se trabalhar junto com o processador, dispositivo mais rápido do computador, aumento assim o desempenho do mesmo.  A SCSI não é somente uma interface de disco rígido, mas um barramento que suporta a conexão de outros dispositivos como scanner, unidades de fita e outros periféricos SCSI.
            O SCSI 1 foi criado em 1986, suportando 8 dispositivos no
mesmo cabo e usado em computadores Apple Macintosh e sua taxa de transferência chegava a 3.5 MB/s em modo assíncrono, 5 MB/s em síncrono e o tamanho máximo do cabo era de 6 metros.  O SCSI 2 surgiu por conta da incompatibilidade da versão anterior. Suportava CD-ROM, scanner, com capacidade de executar múltiplas requisições de entrada e saída de forma simultânea. A taxa de transferência era de até 10 MB/s na Fast SCSI e 20 MB/s com a Fast Wide SCSI. E a SCSI 3  tinha uma taxa de transferência
chegando a 640 MB/s. existiram diversas versões ficando conhecidas como SPI (SCSI Parallel Interface) e foram normatizadas num conjunto de documentos de especificação do protocolo de comunicação e das características da camada física.
Características:
Transmissão serial;
Full-duplex;
Taxa de transmissão máxima de 640 MB/s;
Freqüência máxima de 160 MHz,
Comprimento de cabo de no máximo 12 metros;
Suporta hot-plug;
Permite 16 dispositivos por cabo;
Cabo de 60/80 pinos;
Consumo de 5V;
Capacidade de redundância de cabos no mesmo disco;
Capacidade de expansão e atualização.


            ISA -  (Industry Standard Architecture) – Tipo de barramento que não é mais utilizado, sendo encontrado apenas em computadores antigos. Apareceu na época do IBM PC e a primeira versão trabalha com transferência de 8 por vez e clock de 8,33 MHz. No tempo que surgiu o processador 286 o barramento ISA ganhou uma versão capaz de trabalhar com 16 bits. A informática foi evoluindo, e o barramento ISA foi aos poucos perdendo o espaço. A versão de 16 bits chegava a taxa transferência de dados na casa dos 8 MB por segundo, mas dificilmente esse valor é alcançado, ficando em torno de 5 MB. Como essa taxa de transferência era suficiente para determinados dispositivos (placas de modem, por exemplo), por algum tempo foi possível encontrar placas-mãe que contavam tanto com slots ISA quanto com slots PCI (o padrão sucessor).
Bibliografia:

MACIEL, Rui. 2007. ATA, SATA, barramentos e afins. Disponível em

FARIA, Fábio Augusto. Tecnologia de Discos Rígidos:
IDE, SATA, SCSI e SAS. Disponível em http://www.ic.unicamp.br/~ducatte/mo401/1s2008/T2/079734-t2.pdf. Acesso em 09 out 2011. 15: 50.

ALECRIM, Emerson. 2004. Tecnologia SCSI. Disponível em
http://www.infowester.com/scsi.php. Acesso em 09 out 2011. 16:46.

ALECRIM, Emerson. 2008. Barramentos: ISA, AGP, PCI, PCI Express, AMR e outros. Disponível em http://www.infowester.com/barramentos.php. Acesso em 10 out 2011. 19:01.

 

Por Luana Menezes.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Python

Ola galera, em uma de minhas postagens falei sobre Java 7 que é uma linguagem de programação hoje vou falar sobre outra linguagem um pouco menos conhecida para leigos, mais bastante conhecida entre programadores, o Python. Está linguagem foi apresentada no final de 1989 por Guido Van Rossum no Instituto de pesquisa nacional para matemática e ciência da computação, sua apresentação a principio foi apenas nos Países Baixos, esta era capaz de tratar exceções e prover interface com o sistema operacional através de scripts. O principal foco deste era aumentar a produtividade dos programadores.
Em 1991, Guido fez uma nova publicação de seu código que foi chamado de versão 0.9.0, em um grupo de discussão o alt.sources. Nesta versão já existiam classes com herança, tratamento de exceções, funções e os tipos de dado nativos list, dict, str entre outros.
Presente também nesta versão um sistema de módulos emprestado do Modula-3. O modelo de exceções também lembrava muito o do Modula-3, com a adição da opção else clause.No ano de 1994 se formou o principal fórum de discussão do Python o  comp.lang.python, este foi um marco para o crescimento da base de usuários da linguagem.
Logo após seu lançamento foram feitas diversas versões como a 1.0 que foi lançada em no inicio de 1994, esta apresentava novas funcionalidades incluía ferramentas para programação funcional como lambda, map, filter e reduce.  Já na versão 1.4 a linguagem ganhou parâmetros nomeados e suporte nativo a números complexos, assim como uma forma de encapsulamento.
Ao passar dos anos foram lançadas diversas versões cada uma inovando a área de programação a Python 2.0 implementou list comprehension, uma relevante funcionalidade de linguagens funcionais. A sintaxe da linguagem para essa construção é bastante similar a de Haskell, exceto pela preferência do Haskell por caracteres de pontuação e da preferência do python por palavras reservadas alfabéticas. Essa versão 2.0 também introduziu um sistema coletor de lixo capaz de identificar e tratar ciclos de referências.
Já a terceira versão da linguagem foi lançada no final de 2008 e foi chamada de Python 3.0 ou Python 3000. Como noticiado antes mesmo de seu lançamento, houve quebra de compatibilidade com a família 2.x para corrigir falhas que foram descobertas neste padrão, e para limpar os excessos das versões anteriores. A primeira versão alfa foi lançada em agosto de 2007, a segunda em dezembro do mesmo ano.
Atualmente o Python é uma linguagem cada vez mais popular, e também é uma das linguagens favoritas para se ensinar os programadores que estão iniciando. 

Referencias: 




Postado por: Giselle Fonseca 


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Tecnologia Verde

   Boa Tarde pessoal, hoje vou falar um pouco sobre Tecnologia Verde ou Green Computing, um assunto bem importante para o meio ambiente e para nós mesmos.


   O termo Tecnologia Verde ficou mais conhecido como todo esforço a fim de se diminuir o impacto ambiental de resíduos tecnológicos ligados a área de informática. É o estudo e prática dconcepção, fabricação, utilização de computadores, servidores e subsistemas, tais como associados monitores, impressoras, dispositivos de armazenamento e redes e sistemas de comunicação, eficiente e eficaz com o mínimo de ou nenhum impacto sobre o meio ambiente.
   Já há algum tempo algumas empresas estão demonstrando interesse em preservar o meio ambiente, isso é muito importante, preservar e reciclar, mas também é preciso diminuir a utilização dos recursos naturais. Pensando dessa forma algumas empresas já vem adotando a tecnologia verde, sendo assim uma forma de evolução tecnológica com menores impactos ao meio ambiente. Uma empresa de qualquer segmento que não contribui para um mundo mais sustentável não é vista com bons olhos.
   A Nokia, por exemplo, fez com que todos seus aparelhos emitam um alerta para o usuário retirar o carregador da tomada após a recarga, o que economiza energia suficiente para abastecer 85 mil residências por ano.
   O maior objetivo desta tecnologia é a sustentabilidade, uma maneira de garantir que as necessidades das próximas gerações sejam atendidas.

   Green Computing (Tecnologia Verde) adota quatro pilares, que giram em torno de suas atividades:
  • Green Use (uso verde): refere-se na redução do consumo de energia dos PCs;
  • Green Disporal (descarte verde): condiz na reutilização e reciclagem de eletrônicos e seus componentes;
  • Green Design (design verde): fabricação de computadores e componentes que trabalhem com um consumo de energia e de forma ecologicamente correto;
  • Green Manufacturing (produção verde): criação de produtos com o mínimo de impacto ambiental.
   Mas não basta apenas as empresas fazerem a parte delas, nós também devemos fazer a nossa como:
   - Imprimir um documento em frente e verso;
   - Nunca deixar os carregadores o tempo todo na tomada;
   - Ao gravar dados, preferir CD ou DVD regravável, ou melhor ainda, em pen drive;
   - Ao jogar fora equipamentos eletrônicos, procurar saber melhor o local para fazê-lo.
   Com simples medidas do nosso dia a dia, podemos diminuir o impacto ecológico!

   Nesse site há vários exemplos e explicações: http://www.tecmundo.com.br/1588-tecnologia-verde.htm    #ficaadica


Referências:
Top News.  Green Computing - Tudo por um Planeta mais sustentável. Disponível em: http://www.top30.com.br/news/green-computing-%E2%80%93-tudo-por-um-planeta-mais-sustentavelAcesso em 03 de Outubro de 2011.
TecMundo. Tecnologia Verde. Disponível em: http://www.tecmundo.com.br/1588-tecnologia-verde.htmAcesso em 03 de Outubro de 2011.
Tecnologia Green. Tecnologia Verde (Green). Disponível em: http://tecnologiagreen.blogspot.com/2010/02/tecnologia-verde-green.htmlAcesso em 03 de Outubro de 2011.


Por Michelly Pessôa

domingo, 2 de outubro de 2011

Around View Monitor

A restrita visibilidade em manobras de estacionamento é uma das principais causas de acidentes de trânsito com crianças. Segundo a ONG americana Kids and Cars, ao menos 50 crianças são atropeladas, a cada semana, nas garagens de casas e condomínios, nos Estados Unidos. Sendo que, em 70% dos casos, quem está ao volante são os parentes das vítimas: pais, avós, tios. Foram estatísticas como essas que levaram os fabricantes de carros a desenvolver dispositivos auxiliares de estacionamento. Mas a Infiniti, marca de luxo da Nissan, foi mais longe e criou um sistema que monitora toda a área em volta do carro. Além dos já conhecidos sensores de ultrassom, o sistema Around View Monitor usa quatro câmeras. A composição das imagens captadas é projetada em uma tela de cristal líquido que mostra o carro de cima como se fosse o ponto de vista de um anjo sobrevoando o veículo ou de um satélite.
O Around View Monitor é ativado automaticamente, quando a ré é engatada, ou por meio de um botão no painel. O motorista pode ligar o sistema em qualquer tipo de manobra, desde que esteja em velocidades inferiores a 15 km/h. Uma vez acionado, a tela de cristal líquido mostra duas imagens: a da esquerda é a projeção da câmera que acompanha a manobra e a da direita é a visão superior do carro. Ao mesmo tempo que as câmeras registram o ambiente, os sensores de ultrassom controlam a distância do carro em relação aos objetos que o cercam. Quando os sensores detectam algo por perto, um alerta sonoro dispara e um aviso surge na tela. Dessa forma, o sistema torna as manobras mais seguras, uma vez que ele elimina os chamados pontos cegos e ainda alerta para a proximidade em relação a anteparos.
Agora não terão mais desculpas quando atropelarem aquelas sogras chatas.

Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br/reportagens/novastecnologias/fim-pontos-cegos-449540.shtml

Uma plataforma de desenvolvimento mobile chamada Bada.

       Bada é uma plataforma mobile da Samsung, focado nos smartphones, revelado em 2010 e que vem atraindo muito desenvolvedores atualmente. O bada usa a linguagem C++. O nome bada é uma palavra Coreana que significa oceano, o motivo deste nome vem das possibilidades abertas do oceano: é possível acomodar as várias aplicações criadas por desenvolvedores e oferece um espaço interessante que oferece prazer sem precedentes a seus usuários.
       O propósito dessa plataforma é “Smartphone para todos”, onde o primeiramente o objetivo não é competir com outras plataformas de smartphones existentes, mas sim oferecer uma relação de custo-benefício nos aparelhos. 
       Mesmo o bada suportando uma ampla gama de dispositivos, ele é poderoso o suficiente para transformar a sua imaginação em aplicações poderosas. Com dispositivos de ponta como Onda II e Wave, bada utiliza totalmente o poder do hardware para a experiência de aplicação final. Mesmo com modelos de gama média ou custo-benefício, ele também oferece recursos poderosos para experiências melhor aplicação. Características tais como a abundância de controles de UI, suporte Flash, sensores de suporte a aplicativos ajudam a ser mais interativo. 

Dispositivo Wave


      Tendo uma visão de “smartphones para todos” o bada pretende competir com iPhone (Apple) e Android (OHA). Para conseguir atingir essa meta eles criaram um ecossistema muito parecido ao modelo de negócio da Apple (AppleStore). Neste modelo o desenvolvedor pode fazer aplicativos para usuários, podendo disponibilizar na loja da Samsung (http://www.samsungapps.com/).


       A plataforma é promissora na área de desenvolvimento de aplicativos mobile, já esta disponível para ser baixada no site do desenvolvedor bada na versão SDK 2.0.2.

Referências:

Bada. “What is bada”. Disponível em http://www.bada.com/whatisbada/. Acesso em 01 de outubro de 2011,

FRARI, Douglas Daniel Del. “Programando para BADA (samsung)”. Disponível em http://profdouglas.blogspot.com/2010/08/programando-para-bada-samsung.html. Acesso em 01 de outubro de 2011.

Por Luana Menezes.